Autor: Raphael Habib
Revisora Mey Linhares
Vitrine: Valério Gamer
Fala ae, Nerds! Voltando com o último post do ano e também o último da temporada de outubro de 2012. Para finalizar, falarei do anime mais esperado pelos fãs (uma espera de 25 anos): “Jojo no Kimyou na Bouken”.
Mais conhecido no ocidente como “Jojo’s Bizarre Adventure”, é um mangá escrito por Hirohiko Araki que teve seu início em 1987 e, por incrível que pareça, ainda é publicado nos dia de hoje pela Shonen Jump. O Plot não tem como ser mais clichê, mas considerando que foi lançado em 87, podemos supor que não fosse considerado assim na época. Seguimos a história de Jonathan Joestar ou Jojo, um jovem de família rica do século XIX que vivia sua vida tranquila até que seu pai adota Dio Brando, um rapaz ganancioso que quer ser superior aos demais, independente do que ele tenha que sacrificar por isso. Dio destrói a família Joestar e se torna um mal para a humanidade, e Jojo se vê obrigado a parar o seu inimigo.
Esse anime é foda e o personagem do Dio é mais foda ainda. Ele não é um vilão genérico, pelo contrário, ele é o mecanismo que faz a história de Jojo girar. A sua ganância por poder e status é tão grande que ele escolhe virar um vampiro que nunca mais terá contato com o sol (aqui se fala de vampiros de verdade, seres malignos que matam e são maus, e não de fadinhas brilhantes que amam a vida e são amiguinho dos seres humanos), porque acredita que assim será superior aos demais humanos.
Como Dio ficou mais poderoso se transformando em vampiro, Jojo precisava de algo para fazer frente a seu poder e detê-lo. Então, no meio da estrada aparece Zeppeli, um cara muito bizarro que diz a Jojo que ele pode lhe ensinar um poder especial e, na maior naturalidade, como se a cena de um cara vestido de fraque e cartola no meio de uma estrada sozinho fosse a coisa mais normal do mundo, ele aceita o treinamento do estranho. Simples assim! E aí começa a parte shonen, que é o treinamento do Jojo até a luta contra o Dio.
Talvez a sua longevidade se deva ao fato de que a obra seja dividida em histórias individuais, cada uma com personagens diferentes, sendo que essa parte do Jojo contra o Dio foi só a primeira, intitulada Phantom Blood. O anime ainda está na primeira saga, e não sei se após o seu término serão contadas as demais histórias (existem mais três), mas os fãs curtiriam muito uma continuação.
Bem galera, é isso! “Jojo” é um mangá maravilhoso e tem uma animação a altura. Eu recomendo. Tudo de bom para vocês nesse fim de ano, e até mais.
















